Fevereiro 03, 2005

Penetração Anal : Que bela descrição. . .

Muitos homens costumam usar um exemplo pueril e infantil para convencer a sua parceira das prazenteiras vantagens da penetração anal. É um jogo em que o ânus é uma fechadura que é necessário abrir para alcançar um êxase sublime e desconhecido. E da qual eles têm a chave.
Apesar de tal poder parecer tosco, qualquer insinuação que permita relaxar a mulher para a afastar da sua principal preocupação, a dor, na hora de realizar esta cópula, é benéfica.
Estreita e ultra sensível, esta zona é capaz de proporcionar sensações de prazer mais fortes e mais violentas que um coito vaginal. No entanto é preciso ter em conta uma técnica distinta.

Geralmente as posições mais indicadas são aquelas que recordam o mais autêntico primitivismo animal. A mulher oferece as nádegas ao seu companheiro e este cola-se-lhe por trás, de joelhos ou de pé. Mas há que ir passo a passo e sem precipitações. Existem uma série de passos prévios. Aos jogos preliminares que conduzem ao despertar da excitação somam-se algumas carícias especificas.
O temor da mulher em ser penetrada por trás é ancestral e é consequência das experiências e da informação que passa de geração para geração, para além dos preconceitos religiosos e sociais que o associam a uma práctica antinatural e incidem gravemente nas suas decisões sexuais. É este conjunto de apreensões que deve ser vencido. E a melhor forma de o superar é sabendo o que fazer para que o temor se converta em confiança e a dor em sensações plenamente agradáveis.

Durante os jogos de carícias e beijos é necessário que as nádegas tenham o mesmo protagonismo que as restantes zonas do corpo acariciadas e estimuladas. É fundamental que a mulher se sinta segura, que perca pouco a pouco os seus receios. Um dedo empapado em fluídos vaginais que se desloca com lentidão percorrendo o caminho de ida e volta desde a entrada do ânus até ao clitóris, ajuda a diminuir tensões. Uma suave massagem com creme das nádegas até ao ânus com carícias circulares na zona que o rodeia, também serve para o distender. Aproveitando as circunstâncias o creme ou a vaselina são vertidos sobre a entrada do ânus para servirem como lubrificantes que facilitam a penetração.

Tudo acontece num clímax crescente em que os beijos e as carícias vão inflamando a paixão, e o dedo mindinho de uma das mãos começa a penetrar o ânus, apenas até à primeira falange. Fica quieto sentindo os músculos em seu redor a ficarem tensos. Alguns segundos depois o dedo começa a mover-se em círculos, numa espécie de massagem que pretende afrouxar a forte pressão que o envolve. O mindinho cede o seu lugar a outro dedo, o indicador ou o médio, que se atrevem a submergir um par de centímetros mais. E enquanto os dedos fazem o seu trabalho, a outra mão nunca fica quieta. A sua missão é a estimulação vaginal e clitoriana. Essa sensação dupla de prazer faz crescer a desibinição à medida que a incitação até ao coito anal é cada vez mais fascinante.
Quando a mulher está preparada, com as nádegas levantadas e se aproxima o momento da penetração, é importante que a erecção se encontre na sua maior potência.

Ainda que não seja aconselhável deixar-se levar pelo frenesim e precipitar uma penetração anal com o mesmo ímpeto com que esta se realiza na vagina. A delicadeza é fundamental. Quando a entrada do ânus e o pénis estão bem lubrificados, abrem-se as nádegas com suavidade apoiando-se a glande às portas do ânus e deixando o pénis preso no meio das nádegas. O contacto desperta um desejo irreversível na mulher e dá-lhe uma confiança definitiva. Um leve avanço permite introduzir a glande, deixando-a ali, quieta, sem nenhum movimento que perturbe. A cavidade anal adapta-se assim ao novo tamanho requerido. Nestes momentos é indespensável que um dedo deslize para acariciar o clitóris, enquanto a outra mão procura um dos seios para o massajar, beliscando o mamilo até o endurecer.

Todos os alarmes da mulher desaparecem então. A satisfação alastra por todas as zonas estimuladas, supera sobejamente a dor inicial e permite dar lugar a uma penetração lenta e mais profunda que adopta o ritmo do coito.
Para o homem esta sensação aumenta até ao êxtase. O canal final do recto é muito mais estreito que o da vagina, de forma que o pénis se sente constantemente oprimido e estimulado. E o anel exterior do ânus converte cada investida, cada entrada e saída, numa fricção mais que transporta até às sensações mais fortes.

2 Comments:

At 11:59 da manhã, Anonymous Anónimo said...

Ai que horror nunca na vida eu era capaz de seguir esses passos todos sem cabulas ... damn ... nunca serei uma pessoa feliz ou talvez sim...

nabais

 
At 9:10 da tarde, Anonymous Anónimo said...

obbrigada vc me ajudou muito...

 

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